Estou tão acostumado com o abandono, que hoje em dia quando conheço alguém, nem crio mais expectativas, apenas observo até onde as coisas vão e fico me perguntando quanto tempo vai durar para a pessoa ir embora dessa vez.
Já fui daquelas pessoas que entram em desespero por coisas mínimas ou por algo que não acabava bem. Hoje eu escolhi somente não sentir, sofrimento é opcional, sofre quem quer.
Ela gosta de música, dias bonitos, cachorros, brisa do mar, sol, frio, sentir o vento dançando nos cabelos, rir até a barriga doer, falar besteira, desenvolver “teorias” malucas, filmes, viajar, chocolate, arte, você…